Free Trade Agreement Canada and Mercosur - Part Two: A Practical View

Updated: Jun 5, 2019

By Leandro Guimarães


As the ground rules have been established and there is an understanding about what the Free Trade Agreement would mean for Canada and Mercosur, now it is time to be a little more practical about who might benefit from this FTA and how to prepare to do business abroad.


As discussed before, both parties have similarities in their trade agenda, as they compete in the global market, in areas like fossil fuels, forestry, automobiles, meat, grains and cereals; but it does not mean there is no room for cooperation and advancement in bilateral, or multilateral, trade. Peter Hawkins, co-owner of MELLOHAWK Logistics and VP at the Brazil-Canada Chamber of Commerce (BCCC), points out that small and medium enterprises still account for a very small portion of the Canada-Brazil trade, and indicates that there are great opportunities to grow trade in aerospace, energy, telecommunications, transportation and infrastructure, chemicals and mining. Many of these industry sectors depend on smaller vendors and service providers. He urges companies to use the tools and expert advice available for both Canadian and Brazilian companies, which will be shown ahead.


If signed, the Government of Canada expects the agreement to reduce tariffs on forestry, automotive, chemicals, and telecommunication from up to 35%. Aluminum could benefit from reduction from up to 20%, while pharmaceuticals up to 14%. These are key industries for the countries, but there is potential for growing trade for SMEs.


Before initiating the internationalization process, it is extremely important to understand the implications of trading internationally, to minimize risks and maximize benefits. Doing business abroad increases sales and profits, reduces market vulnerability, enhances understanding about best industry practices, and access to new knowledge, but at the same time international patterns are high in expectations and requirements, and organizations need to make sure they are ready to go global. Companies need to develop an international business plan, assess human capital, source materials, and identify financial and other resources they will need, including supply chain and transportation, and capacity to serve existing and potential markets.


There are many institutions and experts that can help and guide companies throughout their international endeavour and provide an understanding the rules of the game, both formal and informal. Canadian companies enjoy the support of trade professionals, such as Trade Commissioner services, and experts in industries and regions, to sharpen their international business strategy. There are other organizations, such as EDC, BDC, boards of trade/chambers of commerce, and local government initiatives, for example the Canada-Ontario Export Forum that can provide even more expert advice.


In Brazil, Apex Brasil offers export programs and supports companies of all sizes and in all stages in the internationalization process to explore new markets and in developing international business plans. There are chamber of commerce and business federations and associations, as FCBB, that are partners with several public and private institutions who assist, coach and develop companies and make them ready to go global.


The FCBB fulfills the role of being an international body in charge of connecting its members to the appropriate local partners on the target market to cater for the members' needs for information, education, consultation, market assessments, local infrastructure, resources and investment.


Please, contact us if you would like to understand how we can help your company.


References:

Global Affairs Canada. (2018, March 19). Potential benefits of a Canada-Mercosur free trade agreement for Canadian sectors. Retrieved April 13, 2019, from https://international.gc.ca/trade-commerce/trade-agreements-accords-commerciaux/agr-acc/mercosur/sectors-secteurs.aspx?lang=eng


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Acordo de Livre Comercio Canadá-Mercosul

Parte Dois: Uma Visão Prática


Por Leandro Guimarães

Em nosso último post, explicamos o que o Acordo de Livre Comércio Canadá-Mercosul significa para o Canadá e para o Mercosul. Agora, é hora de trazer uma visão mais prática sobre quem se beneficiará desse acordo e como as empresas podem se preparar para fazer negócios no exterior.


Como já visto anteriormente, ambas as partes possuem similaridades em suas agendas de negócios, competindo internacionalmente em combustíveis, madeira, automotivos, carne, grãos e cereais. No entanto, isso não significa que não haja espaço para cooperação e avanços no comércio bilateral e multilateral.


Peter Hawkins, proprietário da empresa Mellohawk Logística e Vice-Presidente da Brazil-Canada Chamber of Commerce, aponta que pequenas e médias empresas participam apenas de uma pequena fatia do comércio bilateral entre Canadá e Brasil. Ele adverte que há oportunidades para aumentar o comércio nos setores aeroespacial, energético, telecomunicações, transporte e infraestrutura, químico e mineração, uma vez que muitas dessas indústrias dependem de pequenos fornecedores de produtos e serviços. Hawkins realça a importância de que empresas, tanto brasileiras quanto canadenses, usem informações disponíveis através de especialistas para desenvolver seus planos de internacionalização.


Se assinado, o Governo do Canadá espera que o acordo reduza tarifas sobre os setores de madeira, automotivo, químicos e telecomunicações em até 35%. Alumínio deve se beneficiar com redução de até 20%, enquanto o setor de telecomunicações deve ter redução de até 14% em suas tarifas. Esses são setores chave para ambos os países, mas existe complementariedade e possibilidade de crescer negócios também para pequenas e médias empresas.


Antes de iniciar a jornada de internacionalização da empresa, é extremamente importante entender as implicações de fazer negócios internacionalmente, minimizar riscos e maximizar benefícios. Fazer negócios globalmente incrementa vendas e lucros, reduz vulnerabilidade e sazonalidade, aumenta o entendimento de melhores práticas setoriais e acesso a novos conhecimentos e tecnologias, mas, ao mesmo tempo, as expectativas e requerimentos são maiores e as empresas precisam ter certeza de que estão prontas para o desafio. É preciso desenvolver um plano internacional de negócios, avaliar os recursos necessários, como capital humano, materiais e recursos financeiros, cadeia de suprimentos e logística, e capacidade produtiva para atender ao mercado atual e futuros clientes.


Há muitas instituições e especialistas que assessoram empresas em suas jornadas internacionais, explicando as regras do jogo e suas particularidades. Empresas canadenses possuem ajuda de profissionais de negócios internacionais, como a Trade Commissioner Services e outras instituições, como EDC, BDC, câmaras de comércio e iniciativas locais, como o COEF, em Ontário.


No Brasil, a Apex oferece programas de auxílio à exportação e guia empresas de todos os tamanhos, e em qualquer fase do processo de internacionalização, na busca de novos mercados e no desenvolvimento de planos internacionais de negócios. Há também câmaras de comércio, associações e federações de negócios, como a FCBB, que possuem parcerias com diversas instituições públicas e privadas, para assessorar, orientar e desenvolver empresas e prepará-las para o mercado internacional.


A FCBB cumpre o papel de conectar seus membros aos parceiros locais apropriados no mercado de interesse, para atender às necessidades dos membros por informações, educação, consultoria, avaliações de mercado, infraestrutura local, recursos e investimento.

Nos contate para saber mais sobre como podemos ajudar sua empresa nesse processo.

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